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HIV/AIDS

Você sabe o que é AIDS? Acredita-se que a AIDS surgiu no Congo em 1920 mas apenas se tornou conhecida em 1982 nos Estados Unidos, quando o vírus foi classificado e começaram a surgir as primeiras pessoas infectadas.

No Brasil, o primeiro caso apareceu em São Paulo, e foi classificado em 1982, já em 1986, foi criado o Programa Nacional de DST e AIDS, pelo ministro da Saúde Roberto Santos e em 1991 inicia-se o processo para a aquisição e distribuição gratuita de antirretrovirais. Em 2017 acontece a incorporação da PrEP Profilaxia Pré-Exposição ao Sistema Único de Saúde (SUS) para reduzir o risco da infecção pelo HIV antes da exposição ao vírus. É importante lembrar que a AIDS ainda é uma doença sem cura.

HIV

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana, que ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças.

AIDS

Apesar de muitos acreditarem que AIDS e HIV são a mesma coisa, há uma diferença, HIV é o vírus e AIDS é a doença. Muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença, mas podem transmitir o vírus a outras pessoas quando não tomam as devidas medidas de prevenção.

Sintomas:

Quando ocorre a infecção pelo vírus causador da AIDS, o sistema imunológico começa a ser atacado. E é na primeira fase, chamada de infecção aguda, que ocorre a incubação do HIV (tempo da exposição ao vírus até o surgimento dos primeiros sinais da doença). Esse período varia de três a seis semanas. E o organismo leva de 30 a 60 dias após a infecção para produzir anticorpos anti-HIV. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos passa despercebida.

A próxima fase é marcada pela forte interação entre as células de defesa e as constantes e rápidas mutações do vírus. Mas isso não enfraquece o organismo o suficiente para permitir novas doenças, pois os vírus amadurecem e morrem de forma equilibrada. Esse período, conhecido como janela, varia de 2 a 15 anos e é chamado de assintomático.

Com o frequente ataque, as células de defesa começam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a infecções comuns. A fase sintomática inicial é caracterizada pela alta redução dos glóbulos brancos do sistema imunológico. Os sintomas mais comuns nessa fase são:

  • Febre;
  • Diarreia;
  • Suores noturnos; 
  • Emagrecimento.

A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado da doença, a AIDS. Quem chega a essa fase, por não saber da sua infecção ou não seguir o tratamento indicado pela equipe de saúde, pode sofrer de hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de câncer.

Formas de transmissão:

Como o HIV está presente no sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno, ele pode ser transmitido de várias formas.

  • O Sexo vaginal, anal e oral sem camisinha;
  • Compartilhamento de seringas;
  • Transfusão de sangue contaminado;
  • Transplante de órgãos;
  • A mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação;
  • Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados, entre outros.

Tratamento da AIDS / HIV

Ainda não existe cura para a infecção pelo HIV, embora os tratamentos sejam muito mais eficientes do que no passado. Os medicamentos antirretrovirais (ARV) ajudam a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico. Por isso, o uso regular dos ARV é fundamental para aumentar o tempo e a qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV e reduzir o número de internações e infecções por doenças oportunistas

O Brasil distribui gratuitamente os ARVs a todas as pessoas vivendo com HIV que necessitam de tratamento

A Profilaxia Pós-Exposição de Risco, conhecida como PEP, é uma medida de prevenção de urgência à infecção pelo HIV, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST), que consiste no uso de medicamentos para reduzir o risco de adquirir essas infecções. Deve ser utilizada após qualquer situação em que exista risco de contágio.

Existe também o tratamento precoce, a Profilaxia Pré-Exposição, conhecido como PrEP, indicado para pessoas que estão frequentemente expostas a situações onde existe o risco de contaminação. A PrEP consiste na tomada diária de um comprimido que impede que o vírus causador da aids infecte o organismo, antes de a pessoa ter contato com o vírus.

Testagem para o HIV

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente testes para diagnóstico do HIV. 

 

O INBRAEP – Instituto Brasileiro de Ensino Profissionalizante – possui o curso profissional da CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. Neste curso, o profissional irá obter conhecimento para a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, garantindo assim, sua eficiência e confiabilidade nas atividades e extinção de possíveis riscos no ambiente de trabalho. Para mais informações, acesse o curso da CIPA.

Referências

1 – Médicos Sem Fronteira. HIV/Aids. 

2 – GOVERNO FEDERAL. Ministério da Saúde. Aids / HIV: o que é, causas, sintomas, diagnóstico, tratamento e prevenção. 

3 – GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA . INFO.HIV.GOV. What Are HIV and AIDS?. [S. l.], 5 jun. 2020. 

4 – LABORATÓRIOS PFIZER LTDA. A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO PARA PESSOAS COM HIV. [S. l.], 2019. 

5 – MINISTÉRIO DA SAÚDE. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. História da aids. [S. l.], 2020. 

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