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Mapa de Risco

Como Montar um Mapa de Risco

Você sabe como montar um mapa de risco? O desenho do mapa de risco é feito após o levantamento dos riscos, que podem ser exclusivos do processo produtivo ou do ambiente em que se realizam os trabalhos, de forma que as pessoas que transitam pelo local consigam conhecer e identificá-los simplesmente olhando para o mapa de risco, que deve estar fixado em locais de fácil visualização, procure sempre os lugares de maior concentração de pessoas, onde todos tenham acesso, inclusive visitantes.

Para realizar o levantamento dos riscos, a CIPA deve ouvir os trabalhadores quanto aos agentes e fatores que influenciam negativamente a sua relação com o ambiente laboral, como desconforto, mal-estar, irritação, entre outros.3 Para realizar o levantamento dessas informações a CIPA deve:

  • Conhecer o processo de trabalho no local analisado;
  • Identificar os agentes de riscos existentes no local analisado;
  • Identificar as medidas preventivas existentes e sua eficácia; e
  • Identificar os indicadores de saúde. 

Para ter certeza de que o mapeamento dos riscos ambientais foi feito adequadamente e contemplou todos os aspectos, é recomendado solicitar aos funcionários das áreas que preencham um questionário complementar, o qual permitirá que se conheça a visão de cada trabalhador sobre os riscos existentes em suas atividades e áreas. O conjunto de respostas fornecidas nos questionários permite a checagem do mapeamento de riscos e a realização de ajustes sobre aspectos de segurança que não haviam sido identificados.

Elaborando o mapa de riscos sobre a planta baixa da empresa

Deve-se definir se o mapa de risco será da área total da empresa ou separado por setor Após essa escolha, na planta da área definida, deve-se indicar por meio de círculo: 

  • O grupo a que pertence o risco que deve ser sinalizado por meio de cores;
  • O número de trabalhadores expostos ao risco, o qual deve ser anotado dentro do círculo; 
  • A especificação do agente;
  • A intensidade do risco, de acordo com a percepção dos trabalhadores, que deve ser representada por tamanhos proporcionalmente diferentes dos círculos.

Após essa etapa, o mapa de risco deve ser discutido e aprovado pela CIPA. Além disso,  caso haja o SESMT, este também deve participar deste processo. O mapa deve ser fixado em cada local analisado, de forma claramente visível e de fácil acesso para os trabalhadores.

O INBRAEP – Instituto Brasileiro de Ensino Profissionalizante – possui o curso profissional de NR-05. Neste curso, o profissional irá obter conhecimento sobre os diferentes tipos de riscos, além de técnicas e formas de prevenção de acidentes que irão garantir a sua proteção em situações específicas com suas determinadas exigências, garantindo, assim, sua eficiência e confiabilidade no trabalho e prevenção de possíveis riscos em diversas circunstâncias. Para mais informações, acesse o curso de NR-05. 

Referências

1 – ROJAS, Pablo. Técnico em Segurança do Trabalho. Porto Alegre: BOOKMAN EDITORA LTDA, 2015. ISBN 978-85-8260-280-5. 

2 – BRUNO, Paoleschi. CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes): Guia Prático de Segurança do Trabalho. 1. ed.. ed. São Paulo: Érica, 2009. 128 p. ISBN 978-85-365-1798-8.

3 – BARSANO , Paulo Roberto et al. Segurança do trabalho: Guia prático e didático. 2°. ed. rev. e atual. São Paulo: Editora Érica, 2018. ISBN 978-85-365-3241-7.

4 – GOVERNO DE GOIÁS. Secretária de Estado de Gestão e Planejamento. Manual de Elaboração de Mapa de Risco. [S. l.], 2012. 

5 – PORTARIA N.º 25, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1994. [S. l.], 19 dez. 1994.

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