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Algodão

Colhedora de Algodão

Você conhece a colhedora de algodão e seu funcionamento? Pois a colheita é uma parte importante e muito delicada do cultivo do algodão, porque é preciso ter cuidado com a fibra. Durante as safras, se busca a redução de custos e o uso de tecnologias modernas contribui para o avanço deste processo no Brasil, tendo em vista que aumenta o rendimento e qualidade das operações agrícolas e contribui na redução das perdas. E essas perdas na colheita do algodão podem ser quantitativa ou qualitativa.

O sistema de colheita que melhor reduz essas perdas é o manual, pois com ele é possível observar melhor a fibra do algodão e verificar se é o tempo certo de colher cada um. Porém, esse sistema é lento e demanda muita mão de obra, o que faz com que seja mais caro, levando os cultivadores a optarem pelo sistema mecanizado.

Por se tratarem de máquinas agrícolas, a operação e manutenção das colhedoras de algodão devem seguir todo o estabelecido na NR-12, que dispõe sobre máquinas e equipamentos.

No Brasil existem dois tipos de sistemas mecanizados de colheita: o sistema stripper que recolhe quase todo o algodão da lavoura, mas as fibras recolhidas são de menor qualidade, e o sistema picker, ou sistema de fusos, que retira apenas a fibra do algodão, sem puxar as cascas ou os caules. Porém este último, requer um investimento um pouco mais elevado, tanto para a aquisição da máquina quanto para a manutenção e reposição das peças.

Junto com o processo de colheita há o sistema de enfardamento que acontece durante todo o processo, desde a colheita até o momento em que o algodão irá se tornar um fardo. 

O INBRAEP – Instituto Brasileiro de Ensino Profissionalizante – possui o curso profissional de NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos. Neste curso, o profissional irá obter conhecimento sobre técnicas de segurança durante os procedimentos de instalação, inspeção e manutenção das máquinas e equipamentos, garantindo assim sua eficiência e confiabilidade no trabalho e prevenção de possíveis riscos. Para mais informações, acesse o curso de NR-12.

 Referências:

1 – Scopel, João Vitor et al. Sistemas de colheita de algodão. Revista Cultivar. Pelotas, 2020.

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